terça-feira, 20 de março de 2018

A verdade sobre a gelatina


Gelatina lembra infância. Em Brasília faz muito calor. Minha mãe preparava vários sabores, cortava em quadradinhos, misturava e ficava lindo, colorido e gostoso. Era mais barato que sorvete e ela acreditava que fazia um bem enorme para os filhos.

Os mitos passam pelas gerações. Minha avó falava que levantava até defunto, porque é feita de mocotó bovino. Minha filha conheceu e adorou, foi sua avó paterna quem ofereceu, sem que eu soubesse.

Gelatina também lembra hospital. Todas as vezes que fui visitar alguém internado, lá estava ela como sobremesa.

Quem vive no universo da transformação do corpo, como eu, busca conhecer os benefícios e os males dos alimentos. Fiquei assustada quando descobri a verdade sobre a gelatina. Em lugar de ser a mocinha da história, ela é a vilã. Fonte de colágeno? Faz bem para a pele?

A gelatina tem um valor insignificante em relação ao colágeno, além de ser um produto industrial, artificial que emprega corantes fortíssimos em sua fórmula. Não tem nenhum componente da fruta, como os sucos em pó. Tem muito açúcar o que é um veneno pra qualquer um, inclusive para quem não quer perder peso. Açúcar faz mal à saúde. Tire sua vontade de comer doces com uma fruta.

O colágeno você encontra em uma dieta rica em folhas e em proteínas. Você, responsável pelos alimentos consumidos pela sua família, deve ler o rótulo das embalagens. A gelatina é rica em sódio e tem pouco valor nutricional.

Ainda existem versões zero açúcar e diet, que acrescentam substâncias extremamente agressivas ao organismo, como o aspartame. O mesmo ocorre com os refrigerantes. A versão original ainda é menos ruim para o organismo.


Vejo muita gelatina em festas infantis, muita criança consumindo em grande quantidade. Tem gente que ainda coloca leite condensado e creme de leite para piorar o que já é ruim. Alguns ainda acrescentam mais açúcar!

Lembre-se que muitas doenças são curadas e, principalmente, evitadas com uma boa alimentação. Não permita ser enganado pela indústria alimentícia, que quer somente o seu dinheiro, nem pelas questões culturais.

Claro, você não irá morrer envenenado se consumi-la de vez em quando, mas não deve ser um hábito diário.

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